O The Hollywood Reporter foi mais uma das imprensas convidadas para a festa do álbum Lotus. A revista norte-americana fez um artigo sobre aquilo que ouviu do álbum, sendo que as críticas não poderia ser melhores. Abaixo poderás ler isso mesmo:
Ouvir um álbum na mesma altura em que o artista que o
gravou está a alguns metros de distância pode ser uma experiência
constrangedora. Devemos bater palmas depois de cada música? Quanto é que é de mais as batidas de cabeça? É falta de educação levantar-se
no meio da sessão para ir à casa-de-banho? E para ir ao bar?
Por outro lado, é uma oportunidade rara
para o artista apresentar a sua visão [do trabalho] – falar sobre
cada faixa, como ela surgiu e o que o álbum significa é como uma coleção
coerente de pensamentos e emoções colocadas em cima de uma melodia e
letras. É preciso uma certa habilidade para comandar esse tipo de
apresentação - não só na hora de chamar seus admiradores como também na
hora de transformar um ambiente intimista num evento grandioso.
Nesse cenário, Christina Aguilera não tem
problema nenhum em dizer “força, eu!”. É parte do motivo de ela ter
vendido dezenas de milhões de álbuns, ganhado 4 Grammy Awards e
conquistado um bem remunerado trabalho de celebridade chefe no The Voice
da NBC. E agora, aos 31 anos de idade, ela prontamente confessa (para
uma sala cheia de jornalistas, produtores de TV e executivos da
gravadora): “Tenho orgulho de ser a estrela pop que sou”.
A prova está no 5º álbum completo de
Aguilera, Lotus (ela lançou 7 álbuns desde a estreia em 1999, incluindo
um em espanhol e uma coletânea de Natal), no qual ela conceituou na
festa realizada no House Of Rock de Santa Monica como “um ciclo
completo”.
Ao unir-se novamente com o criador de hits Max Martin, com quem Aguilera trabalhou no começo da carreira,
e completando o ciclo de colaborações com as estrelas do The
Voice CeeLo Green e Blake Shelton (embora esse último ainda não tenha
gravado a parte dele na música), ela descreve o produto final como “o
resultado de um trabalho feito com amor” e “a volta mais recente em uma
estrada longa”. Aguilera disse-nos na quarta à noite: “Eu tive sucessos
nas rádios e tive fracassos nas rádios – tudo o que importa é a
criatividade e a forma de expressá-la. Aprendi muita coisa”.
Realmente, tu pode encarar Lotus como
uma ligação com cada um dos trabalhos anteriores de Aguilera. Existe a
sensualidade proclamada de “Genie In A Bottle” e “Dirrty” em faixas como
“Your Body” (originalmente se chamava Fuck Your Body, ela contou-nos
sobre a composição "Maxtina" da música); a vulnerabilidade de Beautiful em
“Sing For Me”, que Aguilera chama de “uma música para um verdadeiro vocalista”; o clima de “You Lost Me” em outra composição de Sia, “Blank
Page”; e a empolgante “Fighter” na grandiosa produção de Alex da Kid,
“Cease Fire”.
“Eu arrisco-me”, disse Aguilera,
mencionando o álbum Stripped, de 2002, como “a primeira vez que pude ser
eu e arrancar todas as minhas camadas”. Na época, ela disse, “eu estava
taxada dentro de um estereótipo. Fui lançada na época da imensa
explosão pop – com as boy bands e Britney, que supostamente era minha
rival. Tinha muita especulação da imprensa e muita polémica, o que parece
sempre me seguir. É o que é”.
Lotus simboliza o renascimento de
Aguilera, agora mãe do filho Max, que explica ter escolhido esse nome
porque “representa a flor indestrutível – aquela que resiste o teste do
tempo”.
É um objetivo ousado para um álbum, mas
ao olharmos para a sala cheia de pessoas importantes da indústria
musical, guarda-costas e chefes influentes – entre eles, produtores de
Chelsea Handler, American Idol e do American Music Awards, além de
membros do Time Xtina como Irving Azoff, presidente da RCA Tom Corson, o
chefe musical da CAA Rob Light, o advogado Eric Greenspan e o produtor
executivo Ron Fair, que contratou Aguilera ainda adolescente – uma coisa
é clara: o entusiasmado aplauso é o ponto principal.
Fonte: iloveaguilera














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